Códigos T71 (asfixia) e W81 (confinamento/aprisionamento em ambiente pobre em oxigênio). O relatório define essas ocorrências como possíveis acidentes em espaços confinados, não como casos confirmados.
Explore os registros de acidentes em espaços confinados no Rio Grande do Sul. Selecione uma cidade para conhecer o caso, as vítimas documentadas e as fontes da investigação.
Atenção: catálogo parcial de casos encontrados em fontes públicas, não uma contagem oficial estadual. O dominó é uma metáfora visual; não estabelece relação causal entre acidentes nem confirma falhas não documentadas.
Selecione um dominó no mapa para ver as informações do acidente. Nesta versão, os marcadores foram simplificados para evitar o visual de bola/círculo no fundo.
Uma sequência de seis atividades para conhecer os riscos, avaliar um cenário simulado, tomar decisões e interpretar acidentes documentados. Você pode seguir a trilha ou explorar qualquer módulo pelo menu. As atividades são educativas: não substituem capacitação ou autorização profissional.
Comece pela aprendizagemLeia as seis microaulas e marque as que estudou.
O progresso é local e vale apenas enquanto esta página estiver aberta. Concluir exercícios não comprova capacitação, proficiência profissional ou autorização para entrada em espaços confinados. Os casos do RS são uma amostra documental, não a totalidade estadual.
Seis módulos curtos para compreender os principais conceitos da NR-33. Leia um tópico e avance no seu ritmo — o progresso aparece apenas nesta sessão.
Base de referência: Ministério do Trabalho — NR-33 e texto da norma (PDF). Material de estudo simplificado: não substitui a norma, a capacitação ou os procedimentos da empresa.
Imagine uma equipe prestes a realizar uma limpeza no interior de uma cisterna. Classifique cada controle como atendido, não atendido ou não sei. Os pontos não verificados não são tratados como seguros.
Exercício fundamentado na NR-33, especialmente itens 33.3 (responsabilidades), 33.4 (riscos), 33.5.5–33.5.12 (PET), 33.5.15 (atmosfera) e 33.5.20 (resgate). Conferir texto normativo oficial ↗
Uma história interativa sobre resgate em espaço confinado. Assista, escolha o que fazer e veja como a decisão muda a sequência do acidente.
Modo stand: os vídeos já estão incluídos. Assista aos dois primeiros, escolha uma atitude e veja a consequência. Legendas em português e narração gravada em MP3, com controle de áudio.
A prevenção começa antes da entrada e continua com uma resposta planejada à emergência.
Uma decisão segura pode interromper a sequência de erros e salvar vidas.
Simulação educativa. Não substitui treinamento, PET ou plano real de emergência.
Um trabalhador perde a consciência durante a limpeza de uma cisterna. Não se sabe qual é a condição da atmosfera dentro do espaço.
Os cinco vídeos do projeto já estão incluídos na pasta videos. Se desejar substituir algum por outra filmagem, carregue o arquivo abaixo; ele será usado somente durante esta sessão do navegador e não será enviado a um servidor. Formatos sugeridos: MP4 (H.264) ou WebM.
O risco não afeta somente quem entra. Explore os papéis e dificuldades do mapa de empatia do Projeto Integrador. As percepções descrevem hipóteses educativas e não substituem entrevistas reais.
Conteúdo adaptado do mapa de empatia e do planejamento enviados para o Projeto Integrador, com atribuições profissionais resumidas. As descrições de dificuldades são hipóteses de pesquisa, não conclusões sobre pessoas ou empresas reais.
Responda a 10 perguntas sobre a NR-33. Cada resposta revela uma explicação. Ao terminar, veja seus acertos e revise o que errou.
Questões construídas com base na NR-33. Sugestão para a banca: coletar feedback anônimo dos participantes e comparar desempenho antes e depois dos módulos, sem tratar o resultado como indicador real de segurança no trabalho.
Oito acidentes reais, cada um com fonte, para mostrar onde a prevenção falhou e quando quem tentou socorrer virou a segunda vítima.
Como ler. Levantamento da dupla a partir de notícias, relatório de inspeção e dados do Ministério do Trabalho. É uma amostra pequena, só de casos que chegaram à imprensa, e não representa o Brasil. Quando a fonte não cita uma falha, o painel mostra "não informado", nunca "não houve".
Todos os casos têm morte, porque só esses chegam às notícias. Por isso a base não diz quantos acidentes terminam sem vítima fatal.
Perigo atmosférico é o que não se vê. Soterramento é o que acontece em silos e moegas.
Percentual das 394 mortes. Levantamento do Ministério do Trabalho, revelado pelo Brasil de Fato em 17/03/2026: 344 acidentes, ou 1,15 morte por acidente. Mais mortes do que acidentes indica ocorrências com mais de uma vítima.
Percentual das mortes. Sul e Centro-Oeste somam mais da metade. Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul aparecem no detalhe.
Acidentes em espaços confinados identificados em fontes públicas no Rio Grande do Sul, organizados por ano, município, vítimas, causa e grau de verificação.
↓ Consultar dados oficiais do Ministério do Trabalho · Ver fichas de acidentes pesquisados
Importante: este é um catálogo parcial de ocorrências encontradas, não uma estatística oficial de todos os acidentes do RS. Os anos sem registros recuperados são dados não localizados, nunca zero confirmado. A distinção entre acidente documentado e enquadramento formal na NR-33 foi preservada.
Vítimas resgatadas vivas não são automaticamente classificadas como feridas. O levantamento documenta duas pessoas trabalhadoras sobreviventes, mas nem sempre estabelece a gravidade do ferimento.
O Ministério do Trabalho analisou sinais de acidentes em espaços confinados nas Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT). Esses registros não identificam automaticamente acidentes NR-33: a CAT não tem um campo que informe se a ocorrência aconteceu em espaço confinado.
Códigos T71 (asfixia) e W81 (confinamento/aprisionamento em ambiente pobre em oxigênio). O relatório define essas ocorrências como possíveis acidentes em espaços confinados, não como casos confirmados.
Base diferente da CAT e com cobertura nacional. O cálculo 99 ÷ 137 = 72,3% difere do percentual de 72,7% impresso no relatório. A divergência aritmética está sinalizada para não repetir o número sem conferência.
Série CAT da Figura 3 do relatório · valores para códigos T71 e W81, não total de acidentes NR-33.
| Ano | Registros CAT (T71/W81) |
|---|---|
| 2011 | 0 |
| 2012 | 0 |
| 2013 | 5 |
| 2014 | 2 |
| 2015 | 3 |
| 2016 | 2 |
| 2017 | 4 |
| 2018 | 2 |
| 2019 | 3 |
| 2020 | 0 |
| Total | 21 |
Um traço (—) significa nenhum registro com esses códigos na tabela do relatório naquele ano; não significa ausência comprovada de acidentes. O relatório não fornece uma série completa de espaços confinados para 2006–2026.
Existem registros oficiais de acidentes com mecanismos possivelmente associados a espaços confinados no RS. Eles oferecem um recorte comparável por ano de notificação e código médico.
Não identificam com certeza o local NR-33, não cobrem todos os mecanismos (como certos soterramentos) e não comprovam aumento ou redução real de acidentes após 2006.
Fonte e metodologia: Ministério do Trabalho e Previdência, Relatório de Análise de Impacto Regulatório da NR-33 (2021), seção II.4, Figuras 2 e 3, pp. 22–23; discussão SINAN/SIM, pp. 24–26. Acesse o PDF para conferir os dados originais.
A média anual usa 16 anos completos (2010–2025) e exclui 2026, ainda em andamento. É uma média do catálogo, não uma taxa real de acidentes nem uma previsão. O período 2006–2009 não entra no cálculo por falta de série verificável.
Barras: ocorrências encontradas para o recorte de situação selecionado. O gráfico não sugere tendência real de acidentes.
Ocorrências com município ainda não confirmado aparecem separadas e não são localizadas artificialmente no mapa.
Amostra formada por notícias, documentos judiciais, Ministério Público do Trabalho e fiscalização. Casos anteriores a 2010 ainda não foram individualizados. As médias não podem ser usadas para estimar o total estadual nem medir a eficácia da NR-33 desde 2006.
Referências: NR-33 oficial · Relatório oficial de Santiago. Todas as fichas têm as fontes originais individualizadas.